Prós:
Para quem não pode arcar com os custos de plataformas mais modernas, Final Fronts é uma opção levemente interessante para os proprietários de um PlayStation 2. Com visuais razoavelmente elaborados (considerando a capacidade física do console da Sony), o título desenvolvido pela Rebellion consegue envolver facilmente os jogadores com um forte clima de guerra.

Além disso, os sons estão bons e realmente enaltecem a ambientação do game, principalmente no que diz respeito à trilha sonora. Quanto à jogabilidade, não há muito que reclamar, levando em consideração que os comandos estão intuitivos, práticos e simples... Até demais.



Contras:
As limitações do jogo são simplesmente absurdas. Final Fronts possui apenas um modo de jogo: campanha. E, pelo jeito, a Rebellion não se preocupou em criar muitas novidades em relação aos demais títulos da série. Além de não possuir o tão debatido modo de jogo no qual os gamers enfrentam zumbis nazistas, não há outra forma de diversão além da campanha.

É claro que a perspectiva de Segunda Guerra Mundial retorna com esplendor, mas, convenhamos, não há grandes diferenças entre Final Fronts e as demais versões da franquia desenvolvidas para o PS2. Para muitos, este título pode ser uma perda grande de dinheiro e tempo, considerando a "excessiva limitação" que esta versão de World at War possui.

Embora razoável, Final Fronts é uma opção limitada de FPS para os usuários do PS2.
Como sempre, a Activision tenta atingir a maior quantidade de plataformas com uma das séries de tiro em primeira pessoa (FPS) mais famosas de todos os tempos: Call of Duty. A versão World at War realmente despontou com esplendor em outras plataformas, embora muitos achassem que Modern Warfare ainda supera a guerra exibida em WaW.

E bem, há sempre o dilema de jogar FPS em consoles, tendo em vista que o computador possui controles muito mais práticos para tal gênero. Enfim, WaW apareceu no PlayStation 2 na forma de Final Fronts, um resultado levemente interessante criado pela equipe de desenvolvedores da Rebellion. Ao contrário da Treyarch (responsável pelo desenvolvimento de WaW em outras plataformas), a Rebellion não causou um impacto forte.

A capacidade técnica do PS2 não colabora com o resto

Realmente, o retorno à Segunda Guerra Mundial não brilha tanto no PS2. Apesar da ambientação bastante convincente e de outros aspectos técnicos razoáveis, muitos usuários do console mais vendido da Sony (até quando esta análise foi escrita) podem avaliar Final Fronts como uma perda de tempo e dinheiro devido às fortes limitações que o título possui.
Surpresa! Apenas um modo de jogo

Para começar, uma das maiores limitações de Final Fronts é, sem dúvida, a falta de modos de jogo diferenciados. O jogador pode se divertir com o game através das seguintes maneiras: campanha principal e... Campanha principal. O menu de opções, perto do menu principal do jogo, é intensamente mais amplo e mais completo. Uma pena.

Escolhendo um dos tradicionais quatro níveis de dificuldade do game (Easy, Regular, Hardened ou Veteran), o jogador parte diretamente para a guerra. Os níveis, aliás, constituem um dos pontos fortes de Final Fronts: a emoção. Mesmo com os obstáculos técnicos proporcionados pelo hardware mediano do PS2 e mesmo com as demais limitações do jogo, é bastante desafiador (mais para os iniciantes) e divertido eliminar soldados inimigos.

Campanha: única forma de diversãoÉ claro que, para os gamers experientes, deve-se constatar que a campanha deve ser obrigatoriamente experimentada nos níveis Hardened ou Veteran. Observando que o lança-chamas (arma adquirida logo no começo dos tiroteios) possui combustível infinito e só pára de funcionar quando esquenta demais, não fica muito difícil eliminar os adversários.

Para quem experimentou (mesmo que por um breve período de tempo) as demais versões de World at War, fica fácil constatar que Final Fronts possui algumas modificações no desenrolar dos eventos e das batalhas. Apesar das mudanças, a apresentação, os diálogos e a ambientação como um todo estão plenamente satisfatórias.

E, apesar dos pesares, é Call of Duty. O clima intenso de guerra envolve o jogador a todo o tempo e os elementos-base da série (tais como plantar bombas para explodir canhões AA e utilizar metralhadoras fixas para eliminar hordas de soldados inimigos) continuam firmes e fortes.


Para muitos, uma combinação demasiadamente familiar

A Activision arriscou bastante com o retorno de cenários da Segunda Guerra Mundial. E, no caso de Final Fronts, isso está ainda mais maçante, devido aos controles extremamente simples que o título apresenta. Há realmente poucas inovações na jogabilidade e no desenrolar dos acontecimentos. Portanto, vários críticos e jogadores afirmam que esta versão de WaW não apresenta nada de intrigante.

O lança-chamas é até sem graçaApesar da pressa apresentada pela Rebellion em exibir os aspectos "novos" de WaW — como o próprio lança-chamas — e do retorno da Segunda Guerra Mundial, o jogo pode satisfazer tranqüilamente aqueles que nunca experimentaram um título do gênero. Os avisos e tutoriais presentes são fundamentais para que os iniciantes adquiram as habilidades básicas dentro de um campo de batalha.

Dessa forma, a jogabilidade foi imediatamente afetada. Final Fronts dá a impressão de ser um jogo "água-com-açúcar" nesse aspecto, pois respeita tudo o que há de importante na franquia (comandos interessantes e animações envolvendo trincheiras, explosões, armas e tiroteios), mas não acrescenta nada de inovador. Jogabilidade prática? Talvez até demais.




Alguns probleminhas

A inteligência artificial de Final Fronts não é aquilo que a maioria dos usuários do PS2 esperava. Muitas vezes, os companheiros de equipe do jogador agem de forma estranha e inesperada, obstruindo a linha de tiro ou deixando o gamer completamente sem cobertura. Sim, pelo menos os soldados são sólidos (nem o jogador e nem as balas atiradas atravessam seus corpos), mas isso pode atrapalhar muito na execução de tiros que demandam maior precisão.

Levando em consideração que este é o quinto título da série, muitos fãs podem facilmente se desapontar com o rápido desenrolar da campanha. Com o método de "recuperação completa de balas recebidas" através de uma curta espera em um local seguro, aspecto tradicional de Call of Duty, não é tão difícil superar a campanha. E, tendo em vista que há apenas um modo de jogo, isso realmente não é muito atraente.

Há também certos problemas quando ao desempenho dos soldados em meio aos tiroteios. A granada, por exemplo, explode de forma muito mais rápida em comparação com outros FPS, fazendo com que o gamer se impressione ao ver explosões no ar ou em lugares muito mais pertos que o esperado. Pelo menos há um mostrador de tempo de explosão na tela para facilitar o arremesso


Além disso, o alto nível de detalhe nos ambientes (mesmo com certas texturas decepcionantes) causa irritantes (porém bem curtos) travamentos com a chegada nos famosos e freqüentes "checkpoints" que o game oferece. O som e a trilha sonora também não escapam desse infortúnio, apresentando pausas inesperadas no momento em que mais cenários são carregados.

A taxa de quadros por segundo — chamada comumente de "framerate" ou "frame rate" — cai drasticamente quando ocorre muita ação na tela. Sejam aviões bombardeando os terrenos próximos ou tiroteios frenéticos causados por muitos soldados em movimento, é visualmente perceptível a dificuldade que o PS2 tem em reproduzir a obra da Rebellion.

Apesar dos pesares, tecnicamente interessante

O Baixaki Jogos acredita que sim, a Rebellion e o PS2 poderiam fazer melhor, mas, ainda assim, Final Fronts apresenta uma qualidade gráfica razoável e uma boa ambientação sonora. De quando em quando, é possível observar uma textura pobre ou simples demais, mas há uma quantidade extremamente satisfatória de detalhes na tela.

É claro que, para os jogadores críticos de plantão, o título não possui absolutamente nada de excepcional nos visuais em comparação com Rogue Trooper, por exemplo, que é uma boa produção da Rebellion. Porém, de qualquer maneira, não se pode negar que tanto os visuais quanto os sons formam uma atmosfera aceitável de Segunda Guerra Mundial, principalmente em ambientes abertos.



O som, de modo geral, é razoável, mas o que realmente se destaca é a trilha sonora de Final Fronts. As músicas obscurecem quaisquer falhas apresentadas pelos demais recursos sonoros do game. O fogo e as explosões, visualmente, não são grande coisa, mas pelo menos são acompanhadas por barulhos interessantes de destruição.


Como um todo, Call of Duty: World at War Final Fronts não é ruim, mas a falta de um modo multiplayer ou de pelo menos um modo cooperativo carimba de vez o fato de que o game é ligeiramente insosso. O jogo, portanto, realmente vale a pena apenas para quem nunca experimentou um FPS no PlayStation 2.

IL-2 Sturmovik: Birds of Prey

Resumindo a experiência por trás do novo jogo da Gaijin: JOGUE-O!
Expectativa da Redação Baixaki JogosA franquia IL-2 Sturmovik tem seu nome em alusão ao avião pilotado pelo jogador nas missões de seus jogos, um Ilyushin IL-2 Sturmovik, um dos modelos aeronáuticos produzidos em maior escala na história, com 36 milhares de unidades, considerando todas as suas versões.

Apesar de o veículo real não possuir blindagem para o compartimento do artilheiro, o que causou muitas baixas nestes militares durante a Segunda Grande Guerra, o título que traz o avião aos vídeo games merece, sem dúvida, inúmeras medalhas de honra ao mérito.

O Baixaki Jogos teve a maravilhosa oportunidade de segurar por alguns minutos o controle do Xbox 360, testando a versão demonstrativa do jogo para o console Microsoft, e os elogios nestes três primeiros parágrafos já resumem um pouco nossa satisfação com o título.

Fotografia de um IL-2 Sturmovik em ação

Tudo começa muito bem já na introdução de IL-2: vídeos dos aviões cruzando os céus na Segunda Guerra Mundial inserem o jogador no clima de nostalgia bélica proposto pela aventura e, posteriormente, cenas do jogo mescladas a vídeos reais de época criam uma ambientação perfeita para os combates aéreos em sua sala de estar.

O tutorial do jogo, infelizmente, não transmite uma experiência digna da aventura real, mas tem sua função: treinamentos nunca são tão interessantes, nem mesmo na vida real. O único defeito do tutorial, porém, é que o tempo entre uma tarefa e outra é muito longo, mas como são apenas três missões tutoriais, vale a pena cumpri-las.

Visual de primeiraAo concluir os tutoriais, o jogador desbloqueia dois níveis de jogo que fazem jus ao seu nome: Realistic e Simulator são, respectivamente, os níveis médio e difícil, enquanto o modo já desbloquado, Arcade, faz referência ao mais fácil.

Uma dica importante: não é por ter se dado bem no tutorial que você está apto a pilotar no modo realista, quem dirá no simulador, a probabilidade de seu avião cair nos dois primeiros minutos da missão no segundo é bastante grande, e aprendemos isso da pior forma.

A primeira missão do jogo, e única que testamos, coloca o jogador para combater uma verdadeira frota de bombardeiros inimigos, e como pudemos experimentar só este nível, fica difícil determinar a variedade das missões, algo imprescindível num simulador de aviões, que pode rapidamente tornar-se muito monótono.

Graficamente, o título impressiona. Uma câmera livre que é ativada ao pressionar o analógico direito e, mantendo-o desta forma, movê-lo, oferece uma ideia bastante agradável da experiência visual de IL-2: o borrado obtido com a movimentação rápida é sensacional.

A trilha sonora da demo também não ficou atrás: variada e digna do clima heróico de piloto da Segunda Grande Guerra, agrada muito e complementa a experiência de imersão, que já é muito ampla, oferecida pelo jogo.

Resumindo, o jogo que será lançado em 15 de setembro de 2009 para PlayStation 3 e Xbox 360, com versões diferenciadas para PSP e Nintendo DS saindo na mesma data, merece toda sua atenção, se você é fã de jogos do gênero, óbvio.

Quando as jogatinas online se tornam um pesadelo.

As jogatinas online são, sem dúvidas, uma das maiores maravilhas da atual geração. Só o fato de existir a possibilidade de jogar com qualquer pessoa de qualquer canto do mundo já deixa qualquer gamer atiçado. Games como Counter-Strike, para PC, e até mesmo o saudoso Quake 3 são exemplos de títulos que participaram do começo de toda esta febre.

Outros jogos que também merecem ser destacados são os MMORPG. Atualmente, não há como negar o sucesso de World of Warcraft, da Blizzard, game que conquistou fãs no mundo inteiro, graças a sua fórmula viciante e, obviamente, à possibilidade de compartilhar sua experiência com o mundo todo.

Um dos games mais jogados na LiveNos consoles, a febre só se iniciou quando o primeiro Xbox chegou às lojas. Graças ao sistema Live, usuários do mundo tinham a chance de desencadear partidas emocionantes de games como Halo. Sem dúvidas, o fator mais marcante do console da Microsoft foi a dedicação às jogatinas online, algo raro para os consoles de até então.

Atualmente, os serviços online são indispensáveis. Tanto o PlayStation 3, quanto o Xbox 360 e o Wii possuem recursos que permitem aos jogadores demonstrar suas habilidades para o restante do mundo. Mas, ao contrário do que se imagina, as habilidades não são únicas coisas que os gamers fazem questão de mostrar. Sim, estamos falando daqueles jogadores que enxergam as jogatinas online como uma oportunidade para atormentar a vida dos demais participantes.

Pensando nisso, o Baixaki Jogos resolveu elaborar um especial reunindo os hábitos mais irritantes das jogadas online. É, meu amigo, o que era pra ser uma das maravilhas do entretenimento acabou se tornando um dos grandes pesadelos. Afinal, quantas vezes você já se irritou com aqueles jogadores que trancam sua passagem em Call of Duty 4? Ou com os “espertinhos” que adoram “camperar”? Ou ainda com os malandros que apelam para os cheats em Counter-Strike? Pois é.

Foi o lag!
A culpa não é minha


Bem, muitas vezes jogar online é sinônimo de uma coisa: lag. Sim, às vezes nós sofremos com a lentidão da conexão, principalmente quando estamos em servidores internacionais. Mas, felizmente, existem momentos em que a conexão está perfeita, principalmente quando a sala de jogo é nacional. Entretanto, para alguns, o lag é sempre o motivo de tudo.

Quem nunca jogou Counter-Strike e deparou-se com aqueles jogadores que morrem e sempre colocam a culpa no lag? Ou, ainda pior, aqueles que dizem que só foram mortos porque você estava “lagado”. É triste, e irritante. Tudo bem, uma vez ou outra, ele pode até atrapalhar, mas isso não ocorre sempre, como estes tristes jogadores afirmam.

O lag mata até refém

O pior de tudo é quando o lag não é a única desculpa. Alguns gamers simplesmente não sabem perder, e insistem em encontrar algum culpado. Pode ser o mouse, o teclado, o analógico quebrado, o botão que não funciona, a separação dos pais que o deixou abalado, e muitos outros. Há sempre uma desculpa quando se está perdendo.

Uma raça temida
Conheça os “estraga prazeres” das jogatinas online


Infelizmente, alguns encontram a solução para isto: camperar. Para quem não sabe, camperar é o ato de se manter paralisado no mesmo local por no mínimo 5 minutos até que alguém passe dentro da mira do jogador. O processo pode se repetir quantas vezes for necessário, fator que aumenta ainda mais o nervosismo da vítima e o ego do assassino.

O camper prepara seu ataque

Camperar não é um problema, o problema é abusar deste recurso. Fazer isto sempre é algo que deixa qualquer um irritado, pois acaba com todo o clima intenso de qualquer FPS ou shooter. Mas, acredite, a coisa pode ficar ainda pior.

Se você observar algum jogador com pontuação negativa fique atento, pois há uma grande chance deste ser um legítimo “estraga prazeres”. Alguns jogadores cansaram de choramingar e camperar, e decidem simplesmente aterrorizar qualquer um que faça parte da partida.

Esta raça está presente em qualquer game, pois sempre há uma maneira de atormentar a vida dos gamers. Correr na contramão, matar os membros do próprio time ou deixar de cumprir objetivos são apenas algumas das tarefas nas quais os “estraga prazeres” são especialistas. Eles também têm a habilidade de irritar não somente um jogador, mas o servidor inteiro.
Um abraço nem sempre é bem-vindo
Outro ato cometido constantemente pelos “estraga prazeres” acontece em Little Big Planet. Muitos jogadores aproveitam a fantástica possibilidade de poder agarrar seus companheiros para aterrorizar a vida dos inocentes Sackboys. É simplesmente terrível quando você acha que, tranquilamente, irá saltar sobre um precipício e alguém te agarra. O resultado é fatal. E o pior: estes “agarradores” estão sempre sorrindo, como naqueles terríveis filmes de horror.

O fundo do poço
Quando alguns abrem a boca...


Quando algum deles começa a utilizar o microfone para “conversar” em game, as suas esperanças de um jogo decente vão por água abaixo. Além de não falarem absolutamente nada que faça sentido, normalmente estas pessoas insistem em demonstrar seus dotes como cantores. O resultado é um funk, rap ou qualquer outra música em uma versão piorada. E, normalmente, os tagarelas não cansam tão cedo, e sua voz será ecoada pelos corredores dos mapas durante toda a partida.

Alguns ainda decidem iniciar um monólogo enquanto travam a passagem dos demais jogadores. Ficar parado num corredor, falando sozinho, é algo tipicamente irritante. E não adianta reclamar, pois, aparentemente, estas criaturas não sabem ouvir.

Eu sou o melhor
Convencido? Imagina!


Por outro lado, existem os convencidos. O excesso de habilidade — ou sorte — pode causar males realmente prejudiciais à jogatina online. Se você for vítima de um mesmo jogador por três vezes seguidas, é melhor ir se preparando. Se as mortes foram realizadas em jogadas alucinantes, é melhor tampar os ouvidos. Depois de eventos como este, os assassinos normalmente dirigem centenas de elogios a si mesmo.

Algumas frases retiradas do vocabulário dos convencidos: “Nossa, você é muito noob”, “Sou o rei desse jogo”, “Não tem pra mim”, “Chama alguém melhor”, “Essa foi fácil”, “Até minha avó joga melhor”, “Ainda nem estou jogando sério” ou até “Vou jogar com as duas mãos agora”.

Soldados destemidos e convencidos

Estes mesmos convencidos também tem o costume de se achar “a cereja do bolo”. Cooperar é uma palavra que simplesmente não existe em seus vocabulários. Tudo é razão de competição, com o intuito de demonstrar porque são tão convencidos. Isso realmente atrapalha, já que estes seres não deixam você desfrutar do game quando o assunto é trabalho em equipe.

Como se não bastasse, alguns jogadores não aceitam que podem ter menos habilidade que você em algum jogo e acabam “negativando” seu perfil no Xbox Live. Esta é uma prática lamentável, que vem ocorrendo com mais frequência. Se você ganhar de alguém no Street Fighter IV, prepare-se para ter seu profile “negativado”. Uma prática que só arruína ainda mais a diversão — e a sua reputação.

No mundo da lua
Ausentes e fugitivos


Mas nada se compara aos “aways”, pessoas que simplesmente deixam o jogo ligado enquanto almoçam ou vão ao shopping. Nada contra quem almoça ou decide ir ao shopping, o problema é que seus personagens que estão dentro do jogo não podem segui-lo. Com isso, você acaba estragando a diversão de todos, que devem aguardar até que alguém encontre a sua estátua. Lembre-se: sempre que largar do controle, saia do jogo.

Há quem diga que não há nada mais frustrante que uma partida interrompida. Outro hábito irritante. Você não deve ficar away, mas também não deve simplesmente sair no meio da partida. Em jogos de luta, como o já mencionado Street Fighter IV, não existe atitude mais irritante. É um contra um, e quando alguém sai, obviamente, a partida acaba. Não importa se é no meio de um shoryuken ou durante um especial, o jogo simplesmente para e seu sorriso some do rosto.

Pegue leve para poupar a diversão

O mesmo acontece com FIFA 09. Nas partidas um contra um, o jogo também acaba, mas o pior acontece nas jogatinas que envolvem até 20 jogadores. Caso alguém saia durante a partida, o atleta controlado por este jogador terá sérios problemas, assim como o restante do time.

O fim da picada
Às vezes é melhor jogar sozinho


Entretanto, no mundo das jogatinas online, nada é mais irritante que os hackers (ou cheaters, como são conhecidos no Brasil). Em FPS, por exemplo, os trapaceiros são comuns, principalmente nos jogos para PC. Só eles se divertem, pois o restante dos jogadores normalmente não consegue ao menos se mover. Ainda bem que existem recursos anti-trapaça, mas eles nem sempre funcionam.

Por fim, temos as “panelinhas”, ou os grupos formados por jogadores com as mesmas afinidades — normalmente os amigos do colégio. Estas “panelas” são constituídas por uma aglomeração de qualquer uma das raças que mencionamos anteriormente (“estraga prazeres” ou convencidos), então dá pra imaginar o estrago.

Com elas, também surge a criação de termos inexistentes na vida real, como códigos, gírias e “risadas”. É difícil entender como eles conseguem se comunicar, pois muitas vezes tudo o que vemos são números e sinais.

Bem, esta é a nossa pequena lista envolvendo alguns dos hábitos mais irritantes das jogatinas online. Obviamente, existem centenas de atitudes que não foram citadas neste artigo. Se você lembra-se de alguma experiência terrível, não deixe de compartilhar através dos comentários.

Comporte-se e tudo ficará tranquilo

De:João Gabriel
Fonte:Baixaki jogos

Quando as jogatinas online se tornam um pesadelo.

As jogatinas online são, sem dúvidas, uma das maiores maravilhas da atual geração. Só o fato de existir a possibilidade de jogar com qualquer pessoa de qualquer canto do mundo já deixa qualquer gamer atiçado. Games como Counter-Strike, para PC, e até mesmo o saudoso Quake 3 são exemplos de títulos que participaram do começo de toda esta febre.

Outros jogos que também merecem ser destacados são os MMORPG. Atualmente, não há como negar o sucesso de World of Warcraft, da Blizzard, game que conquistou fãs no mundo inteiro, graças a sua fórmula viciante e, obviamente, à possibilidade de compartilhar sua experiência com o mundo todo.

Um dos games mais jogados na LiveNos consoles, a febre só se iniciou quando o primeiro Xbox chegou às lojas. Graças ao sistema Live, usuários do mundo tinham a chance de desencadear partidas emocionantes de games como Halo. Sem dúvidas, o fator mais marcante do console da Microsoft foi a dedicação às jogatinas online, algo raro para os consoles de até então.

Atualmente, os serviços online são indispensáveis. Tanto o PlayStation 3, quanto o Xbox 360 e o Wii possuem recursos que permitem aos jogadores demonstrar suas habilidades para o restante do mundo. Mas, ao contrário do que se imagina, as habilidades não são únicas coisas que os gamers fazem questão de mostrar. Sim, estamos falando daqueles jogadores que enxergam as jogatinas online como uma oportunidade para atormentar a vida dos demais participantes.

Pensando nisso, o Baixaki Jogos resolveu elaborar um especial reunindo os hábitos mais irritantes das jogadas online. É, meu amigo, o que era pra ser uma das maravilhas do entretenimento acabou se tornando um dos grandes pesadelos. Afinal, quantas vezes você já se irritou com aqueles jogadores que trancam sua passagem em Call of Duty 4? Ou com os “espertinhos” que adoram “camperar”? Ou ainda com os malandros que apelam para os cheats em Counter-Strike? Pois é.

Foi o lag!
A culpa não é minha


Bem, muitas vezes jogar online é sinônimo de uma coisa: lag. Sim, às vezes nós sofremos com a lentidão da conexão, principalmente quando estamos em servidores internacionais. Mas, felizmente, existem momentos em que a conexão está perfeita, principalmente quando a sala de jogo é nacional. Entretanto, para alguns, o lag é sempre o motivo de tudo.

Quem nunca jogou Counter-Strike e deparou-se com aqueles jogadores que morrem e sempre colocam a culpa no lag? Ou, ainda pior, aqueles que dizem que só foram mortos porque você estava “lagado”. É triste, e irritante. Tudo bem, uma vez ou outra, ele pode até atrapalhar, mas isso não ocorre sempre, como estes tristes jogadores afirmam.

O lag mata até refém

O pior de tudo é quando o lag não é a única desculpa. Alguns gamers simplesmente não sabem perder, e insistem em encontrar algum culpado. Pode ser o mouse, o teclado, o analógico quebrado, o botão que não funciona, a separação dos pais que o deixou abalado, e muitos outros. Há sempre uma desculpa quando se está perdendo.

Uma raça temida
Conheça os “estraga prazeres” das jogatinas online


Infelizmente, alguns encontram a solução para isto: camperar. Para quem não sabe, camperar é o ato de se manter paralisado no mesmo local por no mínimo 5 minutos até que alguém passe dentro da mira do jogador. O processo pode se repetir quantas vezes for necessário, fator que aumenta ainda mais o nervosismo da vítima e o ego do assassino.

O camper prepara seu ataque

Camperar não é um problema, o problema é abusar deste recurso. Fazer isto sempre é algo que deixa qualquer um irritado, pois acaba com todo o clima intenso de qualquer FPS ou shooter. Mas, acredite, a coisa pode ficar ainda pior.

Se você observar algum jogador com pontuação negativa fique atento, pois há uma grande chance deste ser um legítimo “estraga prazeres”. Alguns jogadores cansaram de choramingar e camperar, e decidem simplesmente aterrorizar qualquer um que faça parte da partida.

Esta raça está presente em qualquer game, pois sempre há uma maneira de atormentar a vida dos gamers. Correr na contramão, matar os membros do próprio time ou deixar de cumprir objetivos são apenas algumas das tarefas nas quais os “estraga prazeres” são especialistas. Eles também têm a habilidade de irritar não somente um jogador, mas o servidor inteiro.
Um abraço nem sempre é bem-vindo
Outro ato cometido constantemente pelos “estraga prazeres” acontece em Little Big Planet. Muitos jogadores aproveitam a fantástica possibilidade de poder agarrar seus companheiros para aterrorizar a vida dos inocentes Sackboys. É simplesmente terrível quando você acha que, tranquilamente, irá saltar sobre um precipício e alguém te agarra. O resultado é fatal. E o pior: estes “agarradores” estão sempre sorrindo, como naqueles terríveis filmes de horror.

O fundo do poço
Quando alguns abrem a boca...


Quando algum deles começa a utilizar o microfone para “conversar” em game, as suas esperanças de um jogo decente vão por água abaixo. Além de não falarem absolutamente nada que faça sentido, normalmente estas pessoas insistem em demonstrar seus dotes como cantores. O resultado é um funk, rap ou qualquer outra música em uma versão piorada. E, normalmente, os tagarelas não cansam tão cedo, e sua voz será ecoada pelos corredores dos mapas durante toda a partida.

Alguns ainda decidem iniciar um monólogo enquanto travam a passagem dos demais jogadores. Ficar parado num corredor, falando sozinho, é algo tipicamente irritante. E não adianta reclamar, pois, aparentemente, estas criaturas não sabem ouvir.

Eu sou o melhor
Convencido? Imagina!


Por outro lado, existem os convencidos. O excesso de habilidade — ou sorte — pode causar males realmente prejudiciais à jogatina online. Se você for vítima de um mesmo jogador por três vezes seguidas, é melhor ir se preparando. Se as mortes foram realizadas em jogadas alucinantes, é melhor tampar os ouvidos. Depois de eventos como este, os assassinos normalmente dirigem centenas de elogios a si mesmo.

Algumas frases retiradas do vocabulário dos convencidos: “Nossa, você é muito noob”, “Sou o rei desse jogo”, “Não tem pra mim”, “Chama alguém melhor”, “Essa foi fácil”, “Até minha avó joga melhor”, “Ainda nem estou jogando sério” ou até “Vou jogar com as duas mãos agora”.

Soldados destemidos e convencidos

Estes mesmos convencidos também tem o costume de se achar “a cereja do bolo”. Cooperar é uma palavra que simplesmente não existe em seus vocabulários. Tudo é razão de competição, com o intuito de demonstrar porque são tão convencidos. Isso realmente atrapalha, já que estes seres não deixam você desfrutar do game quando o assunto é trabalho em equipe.

Como se não bastasse, alguns jogadores não aceitam que podem ter menos habilidade que você em algum jogo e acabam “negativando” seu perfil no Xbox Live. Esta é uma prática lamentável, que vem ocorrendo com mais frequência. Se você ganhar de alguém no Street Fighter IV, prepare-se para ter seu profile “negativado”. Uma prática que só arruína ainda mais a diversão — e a sua reputação.

No mundo da lua
Ausentes e fugitivos


Mas nada se compara aos “aways”, pessoas que simplesmente deixam o jogo ligado enquanto almoçam ou vão ao shopping. Nada contra quem almoça ou decide ir ao shopping, o problema é que seus personagens que estão dentro do jogo não podem segui-lo. Com isso, você acaba estragando a diversão de todos, que devem aguardar até que alguém encontre a sua estátua. Lembre-se: sempre que largar do controle, saia do jogo.

Há quem diga que não há nada mais frustrante que uma partida interrompida. Outro hábito irritante. Você não deve ficar away, mas também não deve simplesmente sair no meio da partida. Em jogos de luta, como o já mencionado Street Fighter IV, não existe atitude mais irritante. É um contra um, e quando alguém sai, obviamente, a partida acaba. Não importa se é no meio de um shoryuken ou durante um especial, o jogo simplesmente para e seu sorriso some do rosto.

Pegue leve para poupar a diversão

O mesmo acontece com FIFA 09. Nas partidas um contra um, o jogo também acaba, mas o pior acontece nas jogatinas que envolvem até 20 jogadores. Caso alguém saia durante a partida, o atleta controlado por este jogador terá sérios problemas, assim como o restante do time.

O fim da picada
Às vezes é melhor jogar sozinho


Entretanto, no mundo das jogatinas online, nada é mais irritante que os hackers (ou cheaters, como são conhecidos no Brasil). Em FPS, por exemplo, os trapaceiros são comuns, principalmente nos jogos para PC. Só eles se divertem, pois o restante dos jogadores normalmente não consegue ao menos se mover. Ainda bem que existem recursos anti-trapaça, mas eles nem sempre funcionam.

Por fim, temos as “panelinhas”, ou os grupos formados por jogadores com as mesmas afinidades — normalmente os amigos do colégio. Estas “panelas” são constituídas por uma aglomeração de qualquer uma das raças que mencionamos anteriormente (“estraga prazeres” ou convencidos), então dá pra imaginar o estrago.

Com elas, também surge a criação de termos inexistentes na vida real, como códigos, gírias e “risadas”. É difícil entender como eles conseguem se comunicar, pois muitas vezes tudo o que vemos são números e sinais.

Bem, esta é a nossa pequena lista envolvendo alguns dos hábitos mais irritantes das jogatinas online. Obviamente, existem centenas de atitudes que não foram citadas neste artigo. Se você lembra-se de alguma experiência terrível, não deixe de compartilhar através dos comentários.

Comporte-se e tudo ficará tranquilo

De:João Gabriel
Fonte:Baixaki jogos

Dead Space Extraction - Wii


Nada de frio na espinha: a ação aqui é ininterrupta!
Expectativa da Redação Baixaki JogosDead Space realizou uma proeza interessante quando foi lançado para PC,
PS3 e Xbox 360 ano passado. Mesmo apostando em clichês consagrados do survival horror, e desbravando um terreno inegavelmente dominado por Resident Evil e Silent Hill, a EA conseguiu fazer a sua nova marca cair no gosto dos jogadores do gênero, bem como nas boas graças da mídia especializada — embora as vendas não tenham respondido exatamente à altura.

Resumidamente, trata-se de uma primorosa mistura entre horror e ficção científica, com boas doses apocalípticas e uma imprescindível sensação de solidão. Bem, salvo talvez por essa última característica, a EA pretende agora desembarcar o mesmo clima para os chacoalhadores de controle do Wii, o que deve acontecer na forma de Dead Space Extraction.

Em primeiro lugar, vamos aqui à diferença mais óbvia: conforme você já deve saber, a câmera em Extraction não estará mais sobre o ombro de Isaac Clark. A bem da verdade, nem mesmo existe um Isaac Clark aqui, já que se trata de um prólogo à história desenvolvida no primeiro jogo — tal qual a animação Downfall. Extraction foca a ação no esquema conhecido como “on-rails”, no qual o deslocamento do personagem através do cenário é predeterminado pelo jogo.

Menos atmosfera, mais ação

Dessa forma, a sua única preocupação passa a ser acabar com o maior número possível de necromorphs (as aberrações pseudo-religiosas de Dead Space). Embora alguma liberdade de câmera seja às vezes concedida, na maior parte do tempo você realmente vai seguir um script.

O motivo por trás dessa troca de estilos é bastante clara: Extraction deve certamente primar por uma ação intensa. E há ainda um efeito direto dessa escolha: o jogo prescinde totalmente da atmosfera solitária que permeava o primeiro jogo, que passa a dar lugar ao andamento muito mais dinâmico.

Enfim, a mudança é realmente grande, e deve demandar um público um tanto distinto em relação ao primeiro Dead Space. Entretanto, o estilo dos ambientes e o desenvolvimento da trama como um todo segue à risca o original, de forma que ainda se trata de Dead Space. Aliás, pelo que foi mostrado até agora, mesmo os gráficos não fazem feio.

É só virar o Wiimote

Discrepâncias de estilo à parte, o grande forte de Dead Space Extraction deve sem dúvida estar mais associado à jogabilidade, tornando o manuseio das armas muito mais intuitivo — pelo menos é o que se espera, sobretudo graças ao Wii MotionPlus. No caso do plasma cutter, por exemplo, você realmente não precisará apertar nenhum botão para modificar a mira (os famigerados “três pontinhos”); basta girar o Wiimote.

Mas no caso da ripper as coisas ficam ainda mais naturais. Após disparar a lâmina, basta controlar a sua direção na tela movimentando os controles para decepar o maior número de membros possível — a propósito, sim, cortar membros continua sendo a forma mais eficaz de se mandar uma criatura encontrar o grande necromorph no céu. A utilização da knesis (para erguer objetos no cenário) também se torna igualmente intuitiva.

Um mira auxiliar

Que tal mais uma mira na tela?Um dos assuntos mais em pauta quando se fala de Extraction é a possibilidade de se levar um auxiliar para dentro da USG Ishimura. De fato, o moco cooperativo é um dos maiores diferenciais do título. Sem enrolar e sem nenhuma perturbação visível da jogabilidade, outro jogador pode entrar em cena, quando então aparecerá outra mira na tela.

Embora uma das primeiras perguntas que se faça seja “como dois personagens distintos tem o mesmo pontos de vista?”, o modo certamente funciona sem maiores problemas. Para que as coisas não fiquem muito fáceis, o jogo ainda adéqua imediatamente o nível de dificuldade, colocando algumas abominações a mais.

Tente outra vez...


Embora não esteja atrelada ao modo principal do jogo, outra boa adição de Extraction vem na forma do modo Challenge. Uma vez que você tenha passado um capítulo específico do jogo, sempre será possível a fim de tentar fazer as coisas um pouco melhor. Nesse ponto, a coisa toda prescinde completamente da história: o negócio é mesmo matar o maior número de necromophs antes de tomar honrosamente no chão gelado da Ishimura.

Enfim, o estilo é realmente diferente. O clima certamente também é — nada de calafrios com barulhos e coisas do gênero, já que nem dá tempo pra isso. Entretanto, Extraction parece ser capaz de manter o mesmo estilo geral de Dead Space, além de servir como um prólogo oportuno à história do primeiro título. Entretanto, o maior divisor de opiniões deve mesmo ser o controverso estilo “on-rails”, que com certeza vai fazer muita gente torcer o nariz.

Não foi muito bem? Tente outra vez...

Dead Space Extraction tem lançamento programado para dia 29 de setembro. Aguarde novidades aqui no Baixaki Jogos.

De:João Gabriel e Hemilyn
Fonte:Baixaki jogos

Borderlands - Novidades


Suas habilidades serão essenciais para a sobrevivência em Pandora.
Expectativa Redação Baixaki JogosSem dúvidas, este é o ano dos adiamentos. Diversos games comoBioShock 2, Splinter Cell: Conviction, Red Steel 2 e I Am Alive já não fazem mais parte do arsenal dos títulos de peso de 2009. Entretanto, alguns deles ainda sobreviveram a esta epidemia. Borderlands, da Gearbox, por exemplo, ainda é um dos grandes games que prometem dar o que falar ainda neste ano.

Depois de sofrer uma mudança radical no visual, o game recebe uma data de lançamento confirmada: 20 de outubro. Para quem não sabe, a Gearbox está produzindo um título que mistura FPS com RPG, mas bem diferente de Fallout 3, um dos aclamados games que utiliza esta fórmula. Mas será que Borderlands será um game à altura do gigante da Bethesda?

Habilidades humanas

Bem, ao contrário de Fallout 3 que, mesmo misturando os dois gêneros, está mais para RPG do que para shooter, Borderlands promete focar-se na jogabilidade típica dos FPS tradicionais. Você terá de utilizar suas próprias habilidades para mirar nos pontos fracos dos inimigos, ou seja, nada de V.A.T.S. — o sistema de travamento de mira de Fallout 3 — aqui.

Os oponentes humanos, por exemplo, terão de serem acertados na cabeça para infligir um dano significativo. Outras criaturas, como monstros, contam com pontos fracos que devem ser encontrados pelo jogador. Basicamente, a boa mira é um fator essencial para se dar bem em Borderlands, mas existem outras maneiras de mostrar sua efetividade no combate.

Você faz tudo "sozinho"

Como todo RPG que se preze, Borderlands conta com muitas estatísticas escondidas sob sua superfície. A precisão, o dano e a taxa de recarregamento de sua arma são apenas alguns dos atributos que serão alterados durante o game. Independentemente da classe que você escolha, será possível se especializar em um tipo de arma sem muito esforço. Basta utilizar a shotgun, por exemplo, por algum tempo e os atributos desta arma serão aprimorados, afinal, a prática leva à perfeição não é mesmo?

Classes para todos os gostos


Mas, além de seus brinquedinhos, existem também habilidades para cada uma das classes. Após subir de nível, você receberá um “ponto de habilidade”, que pode ser utilizado em sua famosa árvore de skills. Cada classe conta com diversas habilidades diferentes. No caso do soldado, por exemplo, você poderá aprimorar-se na infantaria, medicina e suporte.

Entretanto, antes de partir para as habilidades mais poderosas, você terá de passar pelo básico. Para o soldado, uma das primeiras capacidades é uma espécie de arma fixa, o famigerado “turret”. Uma vez obtido, seu personagem pode acioná-lo, fazendo com que uma metralhadora surja ao seu lado, disparando em qualquer ameaça.

Escolha sua classe e prepare-seDepois disso, você escolhe qual área deseja se especializar, obtendo aprimoramentos relacionados a cada uma delas. Na medicina, por exemplo, o jogador terá uma alta taxa de regeneração de vida depois de cada assassinato, algo que também se aplica aos companheiros.

As próprias armas do game também contam com suas habilidades especiais, como munição de fogo, descargas elétricas e rajadas ácidas. No início do game, você contará com dois slots de armas, mas o número aumenta conforme o jogador progride. Em seu arsenal, você encontrará pistolas, rifles, submetralhadoras, espingardas, rifles de combate, lançadores de mísseis, rifles de longa distância e armas de energia.

Mas, há um problema. Todas estas armas também estarão nas mãos dos inimigos. Sendo assim, é necessário contar com um bom escudo de defesa, que se recarrega depois de danificado, além do tradicional medidor de energia. Há ainda uma mecânica que possibilita ao jogador dar seus últimos disparos depois que sua barra de energia chega ao zero. Caso obtenha sucesso, seu personagem revive e volta ao combate. Mas, se tudo der errado, o jeito é aguardar pela ajuda dos amigos ou até que seu personagem renasça no checkpoint mais próximo.

Chefes e muita pancadaria


Ao iniciar o game, você tem a chance de escolher qual classe deseja, nomear seu personagem e mergulhar no tutorial. Os ensinamentos são lecionados por um robozinho falante, que demonstra como caminhar e atirar, até introduzi-lo à sua primeira quest. Seus primeiros objetivos envolvem a simples tarefa de matar e coletar itens, e eventualmente você acaba ganhando acesso a máquinas de venda, as quais contam com granadas, pacotes de energia e armas. As conversas com os NPCs são curtas e diretas, servindo apenas para demonstrar qual é o objetivo e a recompensa de sua quest.

Vai encarar?

Nos primeiros momentos do game, você já é apresentado a um dos chefes de Borderlands, um humano conhecido como Nine-Toes (“Nove dedos do pé”, numa tradução livre). Para eliminá-lo, é necessário ir até seu lar. Chegando lá, você terá de derrotar diversos de seus servos até chegar ao alvo principal. Nine-Toes promete oferecer uma briga pesada, pois conta com um alto nível de energia e um poder de fogo avassalador. Entretanto, depois de derrotá-lo você terá uma bela, e gorda, recompensa em armas e munição.

Galera unida


Um dos fatores interessantes de Borderlands é a capacidade de jogar com até quatro jogadores, permitindo um belo trabalho em equipe entre as diversas classes do game. Ao jogar como um “Hunter”, você tem a habilidade de lançar, periodicamente, um pássaro capaz de destruir inimigos à distância. Com mais alguns pontos de habilidade, é possível atirar com duas pistolas em vez de uma, e ainda regenerar sua energia. Todas estas habilidades devem ser conciliadas no modo multiplayer, pois serão essenciais para a sobrevivência de sua party.

A união é essencialAo enfrentar um chefe, por exemplo, é necessário manter o trabalho em equipe a todo o momento. Enquanto alguns atiram no vilão, outros devem ficar atentos a o que ocorre a sua volta, garantindo a segurança de todos do grupo. Há também a preocupação de reviver quem caiu. Estas obrigações garantem que a experiência será muito divertida, uma vez que todos têm de trabalhar juntos para completar um desafio.

Borderlands também contará com combates sobre veículos, mas mais detalhes ainda não foram divulgados. Entretanto, há muito que se esperar. O título tem tudo para ser um dos grandes games deste ano, graças ao seu rico sistema de habilidades e ao trabalho em equipe exigido. Borderlands chegará em outubro no PlayStation 3, Xbox 360 e PC.

De:joão Gabriel e Hemilyn
Fonte:Baixaki Jogos